segunda-feira, 10 de outubro de 2011

8º ano pesquisa aula internet 10/10/2011

Tema Africa.
aspectos fisicos:
Respondam:
1)Qual o Mar situado no norte da Africa?
2)Que país africano se encontra mais próximo da Europa?
3)O continente apresenta limites naturais ao sul, quais são eles?
4)em que parte da África, se encontra o oceano Índico?

Bom Trabalho!

ASPECTOS FÍSICOS E NATURAIS DA ÁFRICA

ÁFRICA: UM CONTINENTE TROPICAL
  A natureza africana, marcada pela variedade de paisagens, fornece inúmeras pistas acerca do passado geológico do planeta.
  Terceiro maior continente do planeta, com 30.309.495 km², a África abriga 55 países e mais 10 territórios pertencentes a países estrangeiros. A área total do continente africano representa 20,3% das terras emersas, sendo a maior parte dela situada na zona tropical.
Mapa do clima da África
  A porção setentrional (norte) do continente é atravessada pelo Trópico de Câncer, abrangendo o sul do Egito, da Líbia, da Argélia e o norte do Saara Ocidental, da Mauritânia e de Mali. Já na porção meridional (sul) africana, os limites da tropicalidade são definidos pela passagem do trópico de Capricórnio, que corta o sul de Moçambique e de Botsuana, o norte da África do Sul e o centro-sul da Namíbia. As linha imaginárias que cortam a África a tornam o único continente do mundo a possuir terras em todos os hemisférios.
Paisagem da África
  Ao norte a África é banhada pelo Mar Mediterrâneo, o que a faz vizinha continental da Europa. A seu leste estão as águas do Oceano Índico e a seu oeste, as do Oceano Atlântico. Em sua porção sul, ocorre o encontro das águas do Índico e do Atlântico.
Cabo da Boa Esperança, na África do Sul - local do encontro dos oceanos Índico com o Atlântico
  A menor distância entre a Europa e a África é encontrada a noroeste, no Estreito de Gibraltar, com cerca de 13 quilômetros. É essa proximidade que torna essa área a mais utilizada pelos imigrantes clandestinos africanos ao buscarem melhor qualidade de vida em terras europeias.
Estreito de Gibraltar - a direita a África e a esquerda à Espanha
  Até 1869, a porção nordeste da África era ligada ao continente asiático pelo Istmo de Suez, uma estreita faixa de terras entre os mares Mediterrâneo e Vermelho. Desde o século XVI os europeus sonhavam com a possibilidade de transpor por mar essa faixa com o intuito de facilitar a ligação da Europa com o continente asiático. A construção do Canal de Suez, financiada por um consórcio franco-britânico e coordenado pelo engenheiro francês Ferdinand de Lésseps, teve início em 1859 e, terminada, facilitou de forma extraordinária a expansão colonial europeia rumo à Ásia.
Canal de Suez
O RELEVO AFRICANO
  O relevo do continente africano possui como característica marcante a regularidade das formas, sendo constituído basicamente de um escudo muito antigo e bastante erodido, datado do Pré-Cambriano, e contornado por extensas bacias sedimentares. Sobre essas estruturas geológicas antigas, predominam os planaltos e, entre eles, há extensas áreas de depressão cobertas por lagos e cortadas por extensos rios, como o Nilo.
Monte Kilimanjaro - com 5.859 metros de altitude, é o ponto culminante do continente africano
  As planícies encontram-se nas proximidades das duas costas, sendo que as localizadas na porção ocidental (atlântica) apresentam maior densidade populacional, como os países do Golfo da Guiné.
Imagem de satélite noturna do continente africano - as partes amarelas representam as cidades
  Durante o período Terciário, há cerca de 35 milhões de anos, ocorreram o encontro das placas tectônicas Africana e Eurasiática e a separação entre a Africana e a Arábica. O primeiro deu origem às cordilheiras alpinas, situadas na Europa. A segunda gerou, do Oriente Médio a Moçambique, uma série de falhas tectônicas que compõem o Rift Valley. O termo inglês rift significa "fenda" e se refere a esse complexo de falhas no qual formou-se uma sequência de lagos de origem tectônica, como o Vitória, o Tanganica, o Niassa, o Rodolfo, o Alberto e o Eduardo.
Rift Valley no Quênia
  Da formação do complexo de falhas originou-se também, entre a África e a Península Arábica, o Mar Vermelho.
  A atuação de ventos nas regiões desérticas da Península Arábica e do nordeste da África ocasionou o desgaste de montanhas ricas em minério de ferro e a deposição  da poeira avermelhada  pelas partículas de ferro, provenientes dessa erosão, nas encostas de ambas as regiões. Essa é a origem do nome "Mar Vermelho".
Entardecer no Mar Vermelho - Egito
  Outras diversas partes do continente africano abrigam montanhas de formação terciária. Essas elevações resultaram igualmente da separação das placas Africana e Arábica.
  Nessa mesma área, formou-se uma sequência de montanhas terciárias, como é o caso do Monte Kilimanjaro, ponto culminante do continente com 5.859 metros de altitude, assim como o Monte Quênia, com 5.188 metros.
Monte Quênia
  Na porção noroeste da África, destaca-se a Cadeia do Atlas. Esse elevado conjunto montanhoso atravessa terras da Argélia, da Tunísia e do Marrocos, países da região conhecida como Magreb, nome de origem árabe que significa "poente".
Cadeia do Atlas no Marrocos
  No extremo sul do continente, há formações do Pré-Cambriano, onde localizam-se os Montes Drakensberg com picos de 3.300 metros de altitudes.
Monte Drakensberg na África do Sul
O CLIMA E A VEGETAÇÃO DA ÁFRICA
  O quadro natural africano, apresenta uma singularidade notável. O norte e o sul do continente se espelham. Como a África é atravessada ao centro pela linha do Equador, as paisagens climatobotânicas sucedem-se numa correspondência linear de norte para sul.
 
PRINCIPAIS DOMÍNIOS CLIMÁTICOS
  Os domínios climáticos se sucedem no continente africano. Nos extremos norte e sul, o clima é mediterrâneo, com verões quentes e secos e invernos amenos e úmidos. Nessas áreas, predominam vegetações mediterrâneas formadas por carvalhos, abetos, oliveiras e videiras. Essas condições climáticas favorecem especialmente o cultivo de oliveiras e videiras. Azeite de oliva de excelente qualidade é produzida na Tunísia e na Argélia. Esta última também produz vinho de projeção internacional, assim como a África do Sul.
Plantação de oliveira na Tunísia
  Ao sul das porções próximas ao Mar Mediterrâneo predomina o clima semiárido, com os mais baixos índices pluviométricos. Nessas áreas, as estepes apresentam vegetações herbáceas e arbóreas, estas últimas rarefeitas.
Estepes no Marrocos
  Em seguida iniciam-se os grandes domínios desérticos, com grande amplitude térmica diária (elevada temperatura durante o dia e extremamente baixa à noite), em virtude da perda de calor pela areia nos desertos quentes. Nessas áreas, as chuvas são escassas, acumulando menos de 300 mm anualmente.
  O Deserto do Saara, atravessado pelo Trópico de Câncer, considerado o maior deserto contínuo do mundo, ocupa vastas porções entre o Atlântico e o Mar Vermelho.
Caravana atravessando o Saara
  Em toda a sua extensão, ele apresenta extensas planícies denominadas regs, nas quais predominam areia e cascalhos. Na área mais ao sul, imensas dunas de areia, denominadas ergs, compõem a paisagem. Em outras porções predominam os hamadas, constituídos de imensos planaltos pedregosos. Na vertente norte, por estreitos vales entre montanhas, denominados wadis, passam rios de curta duração, pois ganham corpo apenas durante as chuvas.
Saara na Líbia
  Na porção meridional da África, cortada pelo Trópico de Capricórnio, figuram, em sequência, os desertos da Namíbia e do Kalahari. Em ambos predominam vastas extensões de vegetação típica do clima semiárido. Os índices pluviométricos são muito pequenos, cerca de 250 mm anuais. Por causa disso, a denominação Kalahari, da língua nativa, tem como significado "a grande sede".
Deserto do Kalahari na Namíbia
  Nas áreas interiores, deixando os domínios da semiaridez ao norte e ao sul, há a predominância do clima tropical, com temperaturas elevadas o ano todo e alternância entre períodos de seca, durante o inverno, e de chuvas no verão. Nessas áreas, 40% da paisagem natural são dominados pelas extensas savanas.
Savana africana
  Nas proximidades do litoral e nas bordas interiores da região, em direção ao Equador, predomina o clima equatorial. Com altas temperaturas (médias térmicas entre 25 ºC e 30 ºC) e grande pluviosidade durante o ano todo, o domínio equatorial africano abrange principalmente o Gabão, o Congo e a República Democrática do Congo. Nessas áreas, as florestas,  resultantes da relação entre clima, solo e hidrografia, dominam a paisagem.
Floresta do Congo
  A bacia do Rio Congo apresenta-se, aí, como uma veia hídrica responsável pela captação e posterior reincorporação da umidade na região, tal como a Bacia Amazônica nos domínios equatoriais brasileiros.
Rio Congo em Brazzaville - República do Congo
O SAHEL
  Na região ao sul do Saara, onde se inicia a chamada África Subsaariana, uma enorme faixa semiárida contorna o continente de oeste para leste. Essa porção de terras, cujo nome é Sahel ("costa do deserto"), deve ser considerada um tipo de transição entre o deserto e as áreas mais úmidas do centro do continente.
Área do Sahel em Senegal
  O Sahel apresenta clima semiárido e vegetação de estepes. Há muito tempo é habitado por povos nômades que o utilizam para a criação de gado. Porém, na atualidade, apesar de inúmeros projetos de recuperação econômica, continua sendo um dos maiores cinturões de fome no mundo.
A pobreza domina a maior parte do Sahel
A HIDROGRAFIA DA ÁFRICA
  Em um continente atravessado por desertos, os rios ganham um significado exemplar. Esse é o caso da África.
  O Rio Nilo disputa com o Amazonas o primeiro lugar em extensão no mundo: 6.695 quilômetros, de acordo com pesquisas recentes. É formado pela confluência do Nilo Branco, que nasce no Lago Vitória, entre Uganda e Ruanda, com o Nilo Azul, que tem sua nascente no Lago Tana, na Etiópia. Esses dois rios encontram-se em Cartum, capital do Sudão, formando um único leito, que continua seu trajeto para o norte, até formar um imenso delta e desaguar no Mediterrâneo.
Rio Nilo
  Historicamente importante, pois em suas margens desenvolveu-se a civilização egípcia, esse rio atravessa cerca de 2 mil quilômetros do Deserto do Saara, sendo suas águas fundamentais para a sobrevivência das populações ribeirinhas.
Rio Nilo cortando a cidade do Cairo - Egito
  Outro rio de grande importância no continente africano é o Congo, o segundo da África em volume de água e em extensão (4.380 quilômetros). Com uma drenagem de 80 mil metros cúbicos por segundo, só perde para o Amazonas em volume de água. Tem sua nascente nas montanhas do Rift Valley, e seu percurso estabelece a fronteira entre a República Democrática do Congo e o Congo, desaguando no Oceano Atlântico, na fronteira entre Congo e Angola.
Rio Congo
  O terceiro maior rio africano é o Níger. Acredita-se que esse nome seja originário da expressão tuaregue gher n'gheren, que significa "rio dos rios". Com 4 mil quilômetros de extensão, drena inúmeros países da porção ocidental africana. Nasce no Maciço de Fouta D'jalon, ao sul do Saara, desaguando num enorme delta na Nigéria.
Rio Níger em Kulikoro - Mali

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

8º ANO UNIÃO...POSTAGEM DOS TRABALHOS EM SLIDES.

Olá pessoal, por favor enviem os slides por email....
emailgeografico@gmail.com

Um abraço a todos e bom fim de semana.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

8º ANO ÁSIA


Ola pessoal, seguem as especificações do trabalho.

1ª Etapa
O trabalho impresso deve conter: 
Capa, com o nome da instituição;
Título do trabalho;
Nome dos autores ( Alunos);
Local Ex: (Embu Guaçu);
Data.

2ª Etapa.
Sumário;
páginas numeradas, com numeração disposta na parte inferior direita de cada página;
O tema deve estar organizado em introdução: É uma breve apresentação do assunto ao qual será tratado.
Seguido da parte principal, onde será exposto todo o conteúdo explicativo e dissertativo do trabalho.
Terminando assim com uma conclusão: A conclusão é a parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos do trabalho. É o fecho do trabalho. Recapitulam-se sinteticamente os resultados do trabalho elaborado.

As principais características de uma conclusão são: essencialidade, brevidade e personalidade.
Este é o momento em que o autor do trabalho se posiciona, faz crítica, apresenta as suas contribuições e traz sua marca pessoal.
Contribui com um novo conhecimento ou reformula conhecimentos existentes.

Um forte abraço, bom trabalho a todos. Não esqueçam que o trabalho é pra ser entregue na data
 limite, 10/08/2011.
Até mais!!!

terça-feira, 28 de junho de 2011

RESUMO PARA O SIMULADO 8º ANO 2º BIMESTRE UNIÃO

AMÉRICA LATINA PAÍSES DE INDUSTRIALIZAÇÃO TARDIA


O PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO DAS NAÇÕES DA AMÉRICA LATINA, A PARTIR DO SÉCULO XX, UTILIZOU UM MODELO BASEADO NA SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÃO.


O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DAS NAÇÕES LATINO AMERICANAS, CRESCEU COM A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, POR QUE O ESTADO PASSA A INVESTIR NAS INDÚSTRIAS DE BASE COMO: SIDERURGIA, METALURGIA, E ENERGÉTICAS.


ALGUNS POUCOS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA, PODEM SER CONSIDERADOS PARTICIPANTES DA 3º REVOLUÇÃO INDUSTRIAL POR INVESTIREM ALTO CAPITAL EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO.


EXISTEM ALGUS PAÍSES QUE SÃO CHAMADOS PEL TERMO “EMERGENTES” , POIS SE DESTACAM ECONOMICAMENTE NA CRESCENTE ATIVIDADE INDUSTRIAL E ESTABILIDADE ECONÔMICA ATINGIDA.


OS ESTDOS UNIDOS DA AMÉRICA APARECEM COMO POTENCIA MUNDIAL, POR APRESENTAREM UMA ECONOMIA ESTABILIZADA E PODER CAPITAL ELEVADO. MESMO ASSIM NÃO FICARAM LIVRES DE ENFRENTAREM CRISES ECONÔMICAS COMO FOI O CASO DA CRISE DE 1929. CONHECIDA TAMBÉM COMO “GRANDE DEPRESSÃO”. QUE OCORREU POR CONTA DE UMA SUPERPRODUÇÃO, QUE MANTIVERAM A ACONOMIA ESTAGNADA OU SEJA, OS PRODUTOS NÃO ERAM COMPRADOS, CONFORME PLANEJADAO PELOS PRODUTORES E FICAVAM PARADOS NOS DEPÓSITOS CAUSANDO PREJUÍSOS, E RESULTANDO EM DESEMPREGO QUASE QUE GERAL, E OUTRAS CONSEQUÊNCIAS LEVANDO OS PAÍS EM DIREÇÃO A SEVERA CRISE ESSA CRISE ACABOU INCENTIVANDO O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DOS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA.

domingo, 26 de junho de 2011

RESUMO PARA O SIMULADO 2º BIMESTRE 3º ANO UNIÃO.

A crise no sistema colonial foi conseqüência de uma série de fatos como a revolução industrial, a revolução francesa, a independência dos estados unidos que se processou através da primeira Revolução que acabou com a dominação colonial da América, e o iluminismo, que levaram a uma tomada de consciência crítica referente às reivindicações que teriam de ser consideradas e modificadas.
A Conjura Baiana de 1798 ou Revolução dos Alfaiates ficou conhecida como a mais popular por vários motivos com o apoio e participação efetiva do povo mais pobre da época assim não pertencia a “nata” da sociedade, por assim dizer. Propunha a emancipação do Brasil, ou seja, referente à política de dominação que Portugal exercia sobre a colônia brasileira, a instauração de uma República, o fim da escravidão e a liberdade de comércio.
Já a Inconfidência Mineira influenciada pelas  "idéias francesas" (o Iluminismo, o Enciclopedismo) e a "justificação pelo exemplo", da Independência Norte-Americana, e pelo pensamento liberal dos filósofos da ilustração européia,  trazia a proposta da independência do Brasil e o estabelecimento de um governo republicano, o que diferencia bastante esta da Conjura Baiana, pois, além de ter um aspecto político mais voltado para os “burgueses”, a Inconfidência mineira peca quando mantêm a escravidão. Quer dizer, não está entre suas reivindicações à abolição da escravatura, tornando o processo um tanto contraditório.


 BOM ESTUDO... ABRAÇO PROFº GULLYVER.

RESUMO PARA O SIMULADO 2º BIMESTRE 2º ANO UNIÃO.

1914 A 1918, Período Em Que Ocorreu A Primeira Guerra Mundial, Época Em Que Os Estados Unidos Da América Tinham Como Presidente Thomas Woodrow Wilson, Com Princípios De Paz E Liberdade, Governou, OS EUA POR DUAS VESES CONSECUTIVAS, SENDO DEMOCRATA, Mas após a eleição, Wilson concluiu que os Estados Unidos não podiam permanecer neutros na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), que assolava a Europa. Àquela altura, os alemães pareciam caminhar para a vitória, pois a Rússia, em plena Revolução de 1917, havia-se retirado do conflito permitindo que os alemães concentrassem suas forças na frente ocidental. Em 2 de abril de 1917, ele pediu ao Congresso a declaração de guerra contra a Alemanha para tornar o mundo "seguro para a democracia".
A unificação da Alemanha em 1871 foi um acontecimento que conseqüentemente alterou o equilíbrio europeu, O processo de unificação da Alemanha, junto com o italiano, simbolizou um período de acirramento das disputas entre as economias européias. A partir do estabelecimento dessas novas potências econômicas, observamos uma tensão política gerada pelas disputas imperialistas responsáveis pela montagem do delicado cenário preparatório da Primeira e da Segunda Guerra Mundial.
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Otto Von Bismarck, principal articulador da unificação alemã. No ano de 1866, Bismarck entrou em conflito com a Áustria e, durante a Guerra das Sete Semanas, conseguiu dar um importante passo para a unificação com a criação da Confederação Alemã do Norte. Com isso, a Prússia passou a deter maior influência política entre os estados germânicos, isolando a Áustria. Com a deflagração de um desgaste político entre a França e a Prússia, o governo de Bismarck tinha em mãos a última manobra que consolidou o triunfo unificador.
Dentre os feitos de Bismarck, podemos apontar em suas estratégias o total isolamento da França nos seus sistemas de alianças, caracterizando sua política como chefe de estado europeu.
Com o fim da primeira grande guerra surgiram inúmeros novos estados em decorrência, ou seja, por conta da desintegração dos Impérios Otomano, Austro-Húngaro e do Império Russo, quando um império é fragmentado, surgem diversos territórios que devem a partir daí serem governados de forma independente e isso acaba levando a uma “liberdade” política, cada novo território tem suas próprias fronteiras e o próprio líder, caracterizando um Estado, ou País.

Os Estados Unidos torna-se uma potencia após de vencer a guerra. A liga das nações que hoje conhecemos como ONU (organizações das Nações Unidas) implanta um acordo chamado de Tratado de Versalhes, que dentre outras exigências podemos destacar a redução do efetivo poderio militar Alemão, o confisco de aviões, submarinos e navios de guerra, a devolução das colônias e demais territórios ocupados pelos alemães.
Os termos impostos à Alemanha incluíam a perda de uma parte de seu território para um número de nações fronteiriças, de todas as colônias sobre o oceano e sobre o continente africano, e uma restrição ao tamanho do exército. A Alemanha também aceitou reconhecer a independência da Áustria. O ministro alemão do exterior, Hermann Müller, assinou o tratado em 28 de Junho de 1919. O tratado foi ratificado pela Liga das Nações em 10 de Janeiro de 1920. Na Alemanha o tratado causou choque e humilhação na população, o que contribuiu para a ascensão do Nazismo. Os termos do Tratado de Versalhes têm o objetivo de impedir novas investidas militares da Alemanha. No entanto, abre caminho para o surgimento dos regimes totalitários e para a deflagração da II Guerra Mundial.

BOM ESTUDO...ABRAÇO PROFº GULLYVER.